Sem o uso de IA, “Floresta Mágica” celebra a criatividade humana nos cinemas
Para o cineasta, os computadores conseguem imitar as experiências humanas, mas só os seres humanos podem falar das emoções “de forma autêntica e significativa”. Afinal, os computadores “nunca sentiram alegria, nunca se apaixonaram, nunca sofreram por amor”, salienta