A semana continuará marcada por tempo instável em Santa Catarina. A influência de uma frente fria mantém o céu encoberto, com chuva persistente e possibilidade de temporais em diferentes regiões até quinta-feira (2). Na sequência, uma forte massa de ar polar avança sobre o Sul do país e derruba as temperaturas em todo o estado.
Nesta quarta-feira (1º), a previsão indica muitas nuvens e chuva ao longo do dia. Em alguns momentos, as precipitações podem vir acompanhadas de descargas elétricas, rajadas de vento e volumes elevados de chuva em curto período. O risco é considerado de moderado a alto para ocorrências como alagamentos, destelhamentos, queda de árvores e galhos, além de interrupções no fornecimento de energia, principalmente no Grande Oeste, Grande Florianópolis e áreas próximas à divisa com o Rio Grande do Sul.
Com a presença constante das nuvens, as temperaturas permanecem mais baixas. No período da manhã, os termômetros devem marcar entre 12°C e 16°C. À tarde, as máximas ficam em torno de 17°C nas regiões do Sul do estado e próximas ao território gaúcho, enquanto no Litoral e Norte catarinense podem chegar aos 25°C.
Na quinta-feira (2), a instabilidade continua predominando, especialmente entre a madrugada e a tarde. Há previsão de novos temporais isolados e episódios de chuva intensa, mantendo a possibilidade de transtornos como alagamentos, destelhamentos e danos à rede elétrica.
A mudança no tempo começa a ocorrer na noite de quinta-feira, quando uma massa de ar frio e seco passa a atuar sobre Santa Catarina. Com isso, a chuva perde força e as temperaturas entram em queda acentuada. Em boa parte do estado, os termômetros devem registrar menos de 10°C, enquanto na Serra Catarinense as mínimas poderão ficar abaixo de 0°C.
Já na sexta-feira (3) e no sábado (4), o tempo firme volta a predominar, com presença de sol e frio intenso em todas as regiões. Diante da queda expressiva das temperaturas, a Defesa Civil recomenda atenção especial aos grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade social e animais, que tendem a sofrer mais com o frio.