O brasileiro não tem um minuto de sossego! Quando pensa que já está pagando caro demais no supermercado, na gasolina, na energia e nos impostos, aparece mais uma surpresa: agora é o gás de cozinha que resolveu pesar no bolso. Na Bahia, o botijão deve ficar entre R$ 12 e R$ 15 mais caro após um reajuste de 17,5% anunciado pela Acelen, o maior desde que a empresa assumiu a Refinaria de Mataripe, em 2021.
E não é pouca coisa! Segundo o setor de revenda, este já é o sétimo reajuste registrado em 2026. Pelo jeito, cozinhar está virando atividade de alto investimento. Daqui a pouco, antes de acender o fogão, o cidadão vai precisar consultar o gerente do banco e verificar se tem limite no cartão!
A justificativa, como sempre, passa pelo petróleo, dólar, transporte e mercado internacional. Tudo muito técnico e bonito no comunicado oficial. Só que, na cozinha de quem ganha salário, a matemática é bem mais simples: o botijão acaba, o preço sobe e a conta sobra para o consumidor.
E assim seguimos: o trabalhador aperta o cinto, corta despesas e faz milagre para colocar comida na mesa. Já o gás parece estar seguindo o caminho contrário, cada vez mais inflamado!
No país onde até preparar o almoço está ficando caro, o jeito é torcer para a próxima notícia não anunciar reajuste no preço da água para apagar o incêndio no bolso!