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Dia das Crianças: como incentivar os pequenos a trocar tempo de tela por leitura?

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Dia das Crianças: como incentivar os pequenos a trocar tempo de tela por leitura?
Em Max Medroso e o acampamento das gargalhadas infinitas, o escritor e roteirista André Catarinacho, ao lado do premiado ilustador Felipe Nunes, retomam o universo divertido e assustador apresentado na primeira HQ da série, publicada pela VR Editora.

O jovem Max Medroso está prestes a encarar uma aventura que, para ele, parece tão assustadora quanto enfrentar qualquer monstro de outra dimensão: passar três dias longe dos pais. Depois de muita insistência, o garoto consegue autorização para participar de uma excursão da escola ao Acampamento das Gargalhadas Infinitas. Ao lado dos amigos, ele encontra um lugar com futebol, trilhas, cachoeira, labirinto e histórias de terror. O problema é que uma delas envolve justamente aquilo que Max mais teme: palhaços, que está no topo dos 1027 medos que ele coleciona.


Em Max Medroso e o acampamento das gargalhadas infinitas, o escritor e roteirista André Catarinacho, ao lado do premiado ilustador Felipe Nunes, retomam o universo divertido e assustador apresentado na primeira HQ da série, publicada pela VR Editora. O novo quadrinho apresenta o garoto que se tornou Agente Interdimensões (responsável por proteger a Terra da invasão de monstros) e que, desta vez, precisa investigar o desaparecimento de seus colegas após a chegada do misterioso palhaço Gargalhaço. Para enfrentar o monstro e sua buzina paralisadora, Max conta novamente com o Mico Leão Malvado e Catchula, seus parceiros interdimensionais em uma missão que o leva até a Dimensão Alfa 33-500, um lugar habitado apenas por palhaços.


“Eu morria de medo de palhaços quando era criança. Escrever a sequência de Max Medroso foi uma forma de revisitar a minha própria infância e me divertir com os medos que eu sentia”, declarou André Catarinacho. 


Na obra, os autores transformam ansiedades e temores infantis em uma comédia nonsense, que também abre espaço para reflexões sobre amizade, autoaceitação, empatia, sentimentos que influenciam as atitudes das crianças e o uso exagerado da tecnologia (dosvideogames às redes sociais). Quando os participantes do acampamento começam a desaparecer, o protagonista precisa lidar com a própria insegurança e encontrar uma forma de enfrentar o monstro, sem fugir dos problemas que surgem pelo caminho. Ao longo da missão, a história mostra que coragem não significa deixar de sentir medo e que, muitas vezes, compreender o outro também pode ser parte do caminho para superar aquilo que assusta.


Esta nova história divertidamente assutadora conquistou até o best-seller Ralph Lazar, autor da  série Caos Total: “Eu amo Max Medroso! Queria ter lido este livro quando era criança!” Não por acaso, o texto de Catarinacho mistura trocadilhos, diálogos afiados e referências ao cinema de terror, cultura pop e ficção científica. As ilustrações de Nunes usam cores vibrantes e expressões exageradas que dão vida à narratia e divertem tanto crianças quanto adultos.


"Desenhar o universo de Max Medroso proporciona me divertir como se fosse criança - mas dessa vez, precisei ser corajoso pra conceber o visual do Palhaço Gargalhaço! Por sorte, a história é tão engraçada que o resultado é fascinante, como dormir fora de casa pela primeira vez”, declarou Felipe Nunes.



Para além da diversão, Max Medroso e o acampamento das gargalhadas infinitas mostra aos jovens leitores que sentir medo não é o oposto de ser corajoso. O quadrinho infantojuvenil  responde a uma questão que acompanha o protagonista desde o início: como seguir em frente quando aquilo que mais assusta continua diante de você? A resposta está em reconhecer os temores, encará-los no próprio ritmo e entender que, às vezes, o maior poder não está em derrotar alguém, mas em tentar compreender o que existe por trás de suas ações. Assim, Max volta para casa sem deixar de ser medroso, mas sabendo o que fazer quando o próximo medo aparecer.

Redação Revista Nossa

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