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Maria Aparecida Caldeira, a querida Lia, morre aos 84 anos

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Maria Aparecida Caldeira, a querida Lia, morre aos 84 anos
Lia deixa uma história que continuará viva nas flores que cultivou, nos quadros que pintou, nas danças que celebraram sua alegria e, principalmente, no amor que dedicou à família e às pessoas que cruzaram seu caminho. Sua memória permanecerá como lem

Morreu no domingo, 18, Maria Aparecida Caldeira, carinhosamente conhecida como Lia, aos 84 anos. Ela faleceu em sua residência em Pomerode, deixando familiares e amigos enlutados e um legado marcado pela fé, pela coragem e pelo amor à vida.

Lia era uma mulher que encontrava alegria nas pequenas coisas e fazia de seus dias uma oportunidade para cuidar de si e das pessoas ao seu redor. Dedicada à saúde, praticava atividades físicas diariamente e gostava de participar dos encontros da Terceira Idade, onde se divertia dançando e compartilhando momentos de descontração.

Dona de uma sensibilidade especial, também encontrava na arte e na natureza formas de expressar seu carinho pela vida. Gostava de cultivar flores, embelezando a casa com suas plantas, e de pintar quadros, deixando nas cores e nos detalhes um pouco de sua personalidade.

Sua trajetória também foi marcada pela solidariedade. Após vencer o câncer, Lia dedicou parte de sua vida à Rede Feminina de Combate ao Câncer, abraçando a causa com carinho e propósito. Sua experiência se transformou em uma oportunidade de acolher e incentivar outras mulheres, levando uma mensagem de esperança e superação.

A fé também ocupava um lugar especial em sua vida. Lia mantinha o hábito de ler a Bíblia, fazer orações em família e participar dos cultos de sua igreja, encontrando na espiritualidade força para seguir sua caminhada.

Na família, deixa a saudade e as lembranças de uma mulher amorosa, cuidadosa e sempre disposta a incentivar aqueles que amava. Lia deixa os filhos Francisca Rosania, Roberto e Rejane, além de oito netos e cinco bisnetos. A filha Reginne já é falecida.

O velório será realizado nesta terça-feira, 20 de outubro, a partir das 13h, na Igreja Batista Esperança, localizada na Rua Atiradores, número 199. A cerimônia de despedida está marcada para as 16h, seguida do sepultamento no Cemitério Municipal.

Lia deixa uma história que continuará viva nas flores que cultivou, nos quadros que pintou, nas danças que celebraram sua alegria e, principalmente, no amor que dedicou à família e às pessoas que cruzaram seu caminho. Sua memória permanecerá como lembrança de uma mulher que soube transformar a própria trajetória em cuidado, fé e esperança.

Redação Revista Nossa

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