Oficialmente, Lemuel Alves celebra 30 anos de carreira em 2024, mas a música está presente em sua vida desde o nascimento e a primeira apresentação pública aconteceu precocemente. Filho de pastores, um belo dia foi convocado para cantar na igreja e negar o pedido definitivamente não era uma opção. Assim, a estreia diante de uma “plateia” foi aos cinco anos de idade. Na época bastava ser afinado e a participação nos cultos era frequente.
Também, pudera! Lemuca, como é conhecido, costumava cantar com o irmão fazendo o acompanhamento no violão, mas tinha uma irmã que tocava órgão, outra que cantava – assim como a mãe – e o pai tocava violão e acordeão. Um ambiente totalmente musical que foi moldando seus gostos e fazendo ele se destacar desde jovem, vencendo festivais de música e encarando de frente plateias com milhares de pessoas, como quando cantou em um evento na Bahia com a presença do então governador, Antônio Carlos Magalhães, no período em que a família morou na Bahia.
Ele conta que sentia certo nervosismo e um friozinho na barriga antes de cantar, mas não culpa a timidez. Na verdade, aos cinco anos de idade ainda não sabia conceituar bem os próprios sentimentos e todas essas experiências serviram como laboratório para a carreira que se abria diante do futuro. “Quando entrei na faculdade de música e precisei apresentar concertos para mais de mil pessoas, eu via meus colegas tensos enquanto eu me mantinha tranquilo. Com certeza todas as minhas experiências prévias foram determinantes para isso”, destaca.
Ironicamente, Lemuca quase tomou outros rumos profissionais e, não fosse pela insistência e direcionamento de um amigo, talvez hoje o conhecêssemos pelo talento no futebol ou por uma brilhante atuação no campo da contabilidade, que foram as áreas que cogitou seguir na juventude. Graduado em música, tem o piano como seu instrumento de formação, mas admite que é cantando que mais se realiza, atendendo hoje aos mais diversos eventos, como cerimônias de casamento, festas, aniversários, eventos particulares, corporativos e até mesmo velórios. Às vezes tudo no mesmo dia.
O leque amplo exige um repertório igualmente abrangente, mas o cantor tem suas preferências. “Se eu fosse ter uma banda, seria de Música Popular Brasileira (MPB). Aprecio muito a velha guarda, como Zé Ramalho, Djavan, Belchior, Ivan Lins e Elis Regina”, enumera. Segundo ele, o conteúdo melódico desses artistas faz bem para a voz. Ele explica: “cantar é uma atividade muscular e devemos sempre procurar evoluir. Canções desses artistas demandam bastante do nosso diafragma e respiração, o que exige mais e funciona como um ótimo exercício”.
Há ainda outros cuidados imprescindíveis para quem usa a voz profissionalmente e eles vão além de evitar bebidas geladas. A cafeína e o vinho podem interferir na qualidade vocal e afinação mesmo no dia seguinte, enquanto alimentos gordurosos e, em especial, o chocolate deve ser evitado por impedir a vibração das cordas vocais. Tudo isso ele ensina na LeMucca Espaço Musical, escola que em setembro completa 10 anos e reúne hoje 92 alunos que vão desde crianças até adultos de 70 anos. Um público diversificado que busca desde a musicalização infantil até o aprendizado de instrumentos e técnicas vocais.
Arte em movimento
Lemuca afirma que de todas as coisas que a música lhe proporcionou, cantar é sua favorita e foi através da voz que muitas portas se abriram ao longo da carreira. Por isso, ele não para e tem uma série de projetos em andamento. O mais imediato diz respeito à organização do espetáculo em comemoração aos 10 anos da escola, que ocorrerá na Sociedade Cultura Artística (SCAR), mas para o ano que vem pretende inserir também a musicoterapia entre as atividades oferecidas em seu espaço.
No campo pessoal, pretende reativar um projeto com crianças que teve início pouco antes da pandemia. “A ideia é formar pequenos grupos de alunos, quem sabe até corais, em escolas de inglês para contribuir com o aprendizado. Cantar em outra língua costuma ser mais fácil do que falar e ajuda muito no processo. É um projeto pessoal que vinha dando certo e pretendo retomar através de parcerias”, afirma.
Outra cobrança é por gravações do seu trabalho. O cantor afirma que na infância o pai fez de tudo para que lançasse um CD, mas os custos eram altíssimos. Em contrapartida, Lemuca declara que cria muitos arranjos, mas não tem a veia autoral para composições, mas recebe músicas de conhecidos e até mesmo de um dos irmãos, o que o faz cogitar abrir um canal no Spotify com um trabalho inéditas. Mas sem pressão ou datas para que isso aconteça. Por hora, mantém um canal no YouTube onde parte do seu material está compilada e segue com uma agenda agitada de apresentações e trabalhos beneficentes, como levar música ao Hospital São José e ao Lar das Flores. “Cantar, diferente de ser apenas um músico, cria uma afinidade maior com o público. É como se o instrumento servisse de escudo e o ato de cantar é simplesmente você ali”, descreve.
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Redação Revista Nossa
Com mais de duas décadas de tradição no mercado, a Revista Nossa é fruto do empreendedorismo de Moa Gonçalves, que também assina coluna social no jornal diário mais antigo de Jaraguá do Sul, O Correio do Povo. Sempre ligado à imprensa, tem no currículo a edição do semanário “Jaraguá News” e do tele programa de variedades “Programa do Moa”. A revista, no entanto, é seu investimento mais sólido, apostando em um nicho de mercado até então pouco explorado na região
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