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Onda de calor extremo vira grande desafio na reta final da Copa do Mundo

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Onda de calor extremo vira grande desafio na reta final da Copa do Mundo
Com sensação térmica que pode superar os 43°C nos Estados Unidos, cientistas cobram a FIFA e médicos alertam para os riscos à saúde de atletas e torcedores


A reta final da Copa do Mundo de 2026 será disputada sob uma intensa onda de calor nos Estados Unidos, reacendendo o debate sobre os impactos das temperaturas extremas na saúde de atletas e torcedores. De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, algumas cidades-sede podem registrar temperaturas próximas de 38°C, com sensação térmica superior a 43°C. Especialistas alertam que a combinação entre calor intenso e esforço físico pode aumentar significativamente o risco de desidratação, exaustão pelo calor e até golpe de calor, condição considerada uma emergência médica.


 


O tema também mobiliza pesquisadores internacionais. Em carta aberta enviada à FIFA antes do torneio, um grupo de cientistas afirmou que as medidas de proteção contra o calor eram insuficientes diante das condições climáticas previstas. Entre as recomendações estavam pausas mais longas para resfriamento e critérios mais rigorosos para o adiamento de partidas em situações de calor extremo.


 


Segundo o clínico geral, que atua como médico do esporte com foco em desidratação e prevenção de lesões decorrentes dela, Diego Reis, o calor intenso representa um desafio importante para o organismo, especialmente durante atividades físicas prolongadas. "Quando a temperatura ambiente está muito elevada, o organismo precisa trabalhar mais para manter sua temperatura corporal ideal. Isso aumenta a perda de líquidos e sobrecarrega o sistema cardiovascular, favorecendo quadros de desidratação, queda da pressão arterial, tontura, cãibras e, nos casos mais graves, o golpe de calor."


 


O médico explica que atletas de alto rendimento contam com equipes preparadas para monitorar hidratação, reposição de eletrólitos e sinais de fadiga, mas ressalta que os torcedores também precisam adotar medidas preventivas. "Quem acompanha uma partida ao ar livre permanece por várias horas exposto ao sol e ao calor. É fundamental manter uma boa hidratação, utilizar roupas leves, aplicar protetor solar, procurar áreas de sombra sempre que possível e ficar atento a sintomas como dor de cabeça intensa, confusão mental, náuseas e fraqueza, que podem indicar um quadro de estresse térmico."


 


Diego Reis, que também é professor do curso de Medicina da Afya Jaboatão, destaca ainda que crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças cardiovasculares, respiratórias ou renais exigem cuidados redobrados. "Esses grupos apresentam menor capacidade de adaptação às altas temperaturas e podem evoluir mais rapidamente para complicações. A prevenção continua sendo a melhor estratégia para que o calor não transforme um momento de lazer em um problema de saúde."


 


Com a previsão de temperaturas elevadas durante os próximos jogos, especialistas reforçam que o sucesso de grandes eventos esportivos também depende da adoção de medidas capazes de proteger atletas, profissionais envolvidos na competição e milhares de torcedores que acompanham as partidas presencialmente.


 


Sobre a Afya 


 


A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica no Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.768 vagas, com mais de 26 mil alunos formados alunos formados nos últimos 25 anos.


 


Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.


 


Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo "Valor Inovação" (2023) como a mais inovadora do Brasil e "Valor 1000" (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio "Executivo de Valor" (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa "Liderança com ImPacto", do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 - Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br. 

Redação Revista Nossa

Redação Revista Nossa

Com mais de duas décadas de tradição no mercado, a Revista Nossa é fruto do empreendedorismo de Moa Gonçalves, que também assina coluna social no jornal diário mais antigo de Jaraguá do Sul, O Correio do Povo. Sempre ligado à imprensa, tem no currículo a edição do semanário “Jaraguá News” e do tele programa de variedades “Programa do Moa”. A revista, no entanto, é seu investimento mais sólido, apostando em um nicho de mercado até então pouco explorado na região

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