Mesmo tendo caído um tiquinho em agosto (0,43%), a carne bovina ainda tá pesando no bolso: já acumulou mais de 22% de inflação nos últimos 12 meses. E a má notícia é que deve ficar ainda mais cara nos próximos meses. Motivo? Exportação bombando, consumo interno alto e menos bois sendo abatidos. Os cortes mais populares foram os que mais dispararam: acém (+29,1%), peito (+27,4%) e músculo (+24,6%). Até a picanha, que muita gente já deixou de lado, subiu 12%.
E sabe por quê? O Brasil tá vendendo carne pra tudo que é canto – China, México, Rússia, Chile... O México, inclusive, triplicou as compras este ano. Resultado: sobra menos carne por aqui e o preço só vai pra cima. Segundo especialistas, fim de ano pode ser pior ainda, já que todo mundo corre pro churrasco e aumenta o consumo. E com menos bois previstos pra abate em 2026 e 2027, a tendência é que o preço siga alto. Ou seja: churrasco vai continuar caro, e o jeito vai ser improvisar com linguiça, frango ou até aquele espetinho de queijo coalho. Quer que eu reduza esse texto pra algo mais curto e direto, tipo versão de rede social?
Aqui está a lista organizada do corte que mais subiu para o que menos subiu nos últimos 12 meses:
Inflação da carne bovina
- Acém: +29,1%
- Peito: +27,4%
- Músculo: +24,6%
- Paleta: +24%
- Costela: +23,6%
- Alcatra: +23,5%
- Lagarto comum: +23%
- Patinho: +22,1%
- Chã de dentro: +21,7%
- Contrafilé: +21,4%
- Capa de filé: +21,4%
- Lagarto redondo: +19,8%
- Filé-mignon: +19,1%
- Cupim: +17,2%
- Fígado: +15,6%
- Picanha: +12,1%