O currículo é de dar inveja a qualquer roteiro de série policial: ex-presidente da Petrobras no governo Dilma, passagem pela Lava Jato, condenação anulada pelo STF e, agora, no comando de banco digital. O detalhe curioso é que Aldemir Bendine segue na lista do TCU como inabilitado para exercer cargo público até 2027.
No Brasil, a carreira parece funcionar de um jeito diferente: enquanto alguns precisam apresentar certidão negativa até para assumir vaga de estágio, outros colecionam manchetes, investigações e decisões judiciais, mas continuam circulando pelos corredores do poder e do mercado financeiro.
Definitivamente, tem coisas que nem o VAR consegue explicar. Como pode isso, Arnaldo?