Siga-nos
Atualidades

“Calcinhas velhas podem travar a vida amorosa”, alerta especialista

Clique aqui e receba as notícias no Whatsapp
“Calcinhas velhas podem travar a vida amorosa”, alerta especialista
“Tem gente que compra uma lingerie bonita e deixa guardada esperando um momento especial que nunca chega. A vida precisa circular. Energia parada gera estagnação”, diz

A brasileira Matchmaker Vivien Pölzer, conhecida por conectar mulheres brasileiras a homens europeus de alto padrão, vem chamando atenção não apenas pelo sucesso no universo dos relacionamentos internacionais, mas também pelas orientações espirituais e energéticas que compartilha com suas clientes.




Radicada na Alemanha há mais de 30 anos, Vivien acredita que amor, prosperidade, autoestima e magnetismo pessoal estão diretamente ligados à energia que cada pessoa cultiva dentro da própria casa e, principalmente, na própria intimidade.




Segundo ela, muitas mulheres reclamam que a vida amorosa está travada sem perceber que pequenos detalhes do cotidiano podem estar simbolicamente bloqueando caminhos emocionais, afetivos e até sexuais.




Entre os exemplos que mais surpreendem está justamente aquilo que quase ninguém costuma observar: as roupas íntimas.




“Calcinhas furadas, manchadas, desbotadas, com elástico velho ou peças íntimas guardadas há anos carregam uma energia de abandono, escassez e desvalorização pessoal. A maioria das pessoas não presta atenção nisso, mas são justamente essas pequenas coisas escondidas dentro de casa que podem estagnar a energia da vida”, afirma.




Vivien explica que roupas íntimas possuem forte conexão simbólica com autoestima, sensualidade, desejo, autovalorização e energia feminina.




Para ela, guardar peças antigas, desconfortáveis ou associadas a fases ruins da vida faz com que a pessoa continue emocionalmente presa ao passado.




“Você quer viver um novo amor, quer prosperar, quer despertar desejo, quer se sentir poderosa, mas continua usando peças que representam desgaste, tristeza e abandono. O inconsciente absorve tudo”, explica.




A matchmaker também chama atenção para um comportamento comum: guardar roupas íntimas novas por anos sem usar.




Segundo Vivien, isso também pode simbolizar bloqueio emocional e dificuldade de acessar prazer, merecimento e renovação.




“Tem gente que compra uma lingerie bonita e deixa guardada esperando um momento especial que nunca chega. A vida precisa circular. Energia parada gera estagnação”, diz.




Além das orientações sobre relacionamentos, Vivien costuma abordar o chamado “poder dos arquétipos”, conceito ligado à força simbólica que imagens, objetos, comportamentos e padrões exercem sobre a mente e sobre a forma como a pessoa se posiciona diante da vida.




Para ela, prosperidade emocional e afetiva também dependem daquilo que cada pessoa alimenta energeticamente dentro do próprio ambiente.




“Existem objetos, hábitos e padrões dentro da casa que bloqueiam caminhos sem que a pessoa perceba. Quando você muda sua energia, seu ambiente e a forma como se enxerga, começa a abrir espaço para novas oportunidades, inclusive no amor”, afirma.




Com uma abordagem que mistura espiritualidade, autoestima, energia pessoal e relacionamentos internacionais, Vivien Pölzer vem conquistando mulheres que buscam não apenas um parceiro, mas uma transformação completa na forma de viver, sentir e se relacionar.




No Instagram, Vivien compartilha dicas sobre autoestima, magnetismo pessoal, espiritualidade, energia feminina, relacionamentos e transformação pessoal, assuntos que vêm atraindo cada vez mais mulheres interessadas em prosperidade emocional e amorosa.

Redação Revista Nossa

Redação Revista Nossa

Com mais de duas décadas de tradição no mercado, a Revista Nossa é fruto do empreendedorismo de Moa Gonçalves, que também assina coluna social no jornal diário mais antigo de Jaraguá do Sul, O Correio do Povo. Sempre ligado à imprensa, tem no currículo a edição do semanário “Jaraguá News” e do tele programa de variedades “Programa do Moa”. A revista, no entanto, é seu investimento mais sólido, apostando em um nicho de mercado até então pouco explorado na região

Clique e assine a Revista Nossa!

Você também pode gostar

ASSINE AGORA
A Revista Impressa