As escolas de Jaraguá do Sul têm feito sua parte, proibindo o uso de vapes e mantendo fiscalização constante dentro dos ambientes escolares. Mas o problema não termina nos portões da escola.
Cada vez mais pré-adolescentes e adolescentes têm acesso aos cigarros eletrônicos, muitas vezes sem que os pais percebam. Por isso, a atenção da família é fundamental. Conversar, orientar, acompanhar as amizades e observar o que os filhos carregam nas mochilas pode fazer toda a diferença.
O que muita gente não sabe é que o vape está longe de ser inofensivo. Entre os principais riscos estão a dependência de nicotina, danos aos pulmões, falta de ar, tosse crônica, aumento do risco de doenças cardiovasculares, prejuízos ao desenvolvimento cerebral dos adolescentes, além de problemas de concentração, ansiedade e alterações de humor. Em alguns casos, o uso também pode facilitar o contato com outras substâncias nocivas.
A escola ajuda e fiscaliza, mas a orientação dentro de casa continua sendo a principal arma para proteger nossos jovens de uma moda que está se espalhando rapidamente e que pode trazer consequências sérias para a saúde no futuro.