A morte do juiz Antônio Evangelista de Souza Netto, encontrada na madrugada deste domingo (14), provocou forte repercussão nos meios jurídico e político do Paraná. Respeitado por sua atuação na magistratura e conhecido por ocupar posições de destaque no Judiciário, o magistrado foi encontrado sem vida após um disparo de arma de fogo, em um caso que ainda está cercado de dúvidas.
Com passagem pela Prefeitura de Francisco Beltrão como prefeito interino durante o período eleitoral de 2024 e integrante da Comissão Permanente de Segurança do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, Antônio Evangelista era uma figura influente nos bastidores institucionais da região. Sua trajetória acadêmica também chamava atenção, com títulos de mestrado, doutorado e pós-doutorados obtidos no Brasil e no exterior.
Até o momento, as autoridades evitam conclusões precipitadas. A Polícia Civil abriu inquérito e afirma que todas as hipóteses estão sendo analisadas. O silêncio em torno das circunstâncias da morte apenas aumenta a expectativa por respostas.
Nos corredores do Judiciário e nos círculos políticos locais, o assunto domina as conversas. Afinal, quando uma personalidade pública com forte atuação institucional é encontrada morta em circunstâncias ainda não esclarecidas, as perguntas costumam surgir antes das respostas.
Agora, cabe à investigação esclarecer os fatos e separar especulações da realidade. Enquanto isso, o caso segue despertando atenção e gerando repercussão muito além dos limites de Francisco Beltrão.