A Fifa abriu uma investigação para apurar a conduta do australiano Shaun Evans, responsável pela supervisão do árbitro de vídeo (VAR) na partida entre Alemanha e Curaçao.
O motivo da apuração é um gesto feito por Evans durante a apresentação da equipe de arbitragem, que pode ser interpretado como uma referência ao movimento supremacista branco conhecido como “White Power”.
O sinal combina três dedos erguidos, formando a letra “W”, e um círculo feito com o polegar e o indicador, associado à letra “P”.
Embora tenha surgido como uma brincadeira em fóruns da internet em 2017, o gesto passou a ser adotado por grupos extremistas e foi reconhecido como símbolo ofensivo a partir de 2019. A Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
A Federação de Futebol da Austrália também foi procurada para prestar esclarecimentos, mas não havia respondido até a publicação da reportagem.