Brasília acordou com uma cena digna de roteiro improvável no último domingo (10/5). A famosa boate Paradise, conhecida por circular entre poder, luxo e bastidores da capital, resolveu sair do clima de champanhe e entrou direto no modo “alagamento premium”.
O teto simplesmente não aguentou a pressão (ou a fama) e desabou, transformando o salão de veludo vermelho em uma espécie de spa involuntário. Canos estourados e água jorrando deram o toque final na cena, enquanto o palco, normalmente ocupado por performances, virou área de emergência aquática.
Funcionários tentavam entender se aquilo era reforma, castigo ou só segunda-feira adiantada, enquanto vídeos mostravam a casa completamente tomada pela água e fios expostos criando um clima de “perigo com iluminação especial”.
E claro: tudo isso às vésperas de mais uma movimentação pesada na capital, quando Brasília costuma receber políticos em busca de reuniões… e, aparentemente, de outros tipos de “descompressão”.
Agora, resta ao espaço fazer o básico: secar o veludo, esconder os estragos e fingir que nada aconteceu antes da próxima rodada de visitas ilustres.