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Saúde

Placa Palatina de Memória: um pequeno recurso que faz grande diferença

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Placa Palatina de Memória: um pequeno recurso que faz grande diferença

A placa palatina de memória (PPM) é um dispositivo feito sob medida que se encaixa no palato, o “céu da boca” do bebê. Apesar de simples no formato, ela tem um papel fundamental: estimular a língua e os lábios para que desempenhem melhor suas funções desde os primeiros meses de vida.

Essa placa faz parte do conceito Castillo Morales, desenvolvido pelo médico argentino Rodolfo Castillo Morales, reconhecido internacionalmente por seu trabalho com crianças com Trissomia 21 (Síndrome de Down).

Como a placa funciona?
• Botão Estimulador: localizado no palato, guia e estimula a língua a se mover para cima e para trás, favorecendo seu posicionamento dentro da boca.
• Ranhuras: ficam próximas à região dos lábios, incentivando o fechamento e fortalecendo o selamento labial.

Para que serve?
• Postura da Língua: favorece a elevação e retração da língua.
• Selamento Labial: auxilia os lábios a se fecharem com mais eficiência.
• Respiração Nasal: ao estimular língua e lábios, contribui para evitar a respiração oral.
• Sucção e Deglutição: melhora a coordenação entre língua e lábios, facilitando o aleitamento e a alimentação.

Quem pode usar e quando?
• Indicações: a placa é indicada principalmente para bebês com Síndrome de Down, mas também pode beneficiar crianças com Síndrome de Moebius, paralisia cerebral e outras condições que comprometem o tônus e a função da musculatura orofacial.
• Idade: pode ser utilizada já a partir do terceiro ou quarto mês de vida, apoiando o desenvolvimento da sucção, do vedamento labial e da postura da língua.

Voz das famílias

 “Graças a Deus eu pude proporcionar ao meu pequeno ótimas profissionais como você e a Dra. Geisa. Foi um anjo que Deus colocou na minha vida e resolveu o que precisava tanto com a minha mais velha e agora com o Miguel!”

 “Quero que o exemplo dele sirva para que outras mães possam cuidar dos seus pequenos e sempre buscar conhecimento e tratamento o quanto antes! Isso gera menos sofrimento para ambas as partes.”

Esses relatos mostram que, mais do que um recurso técnico, a placa representa esperança e evolução para muitas famílias.

Referência em Jaraguá do Sul

Em Jaraguá do Sul, a fonoaudióloga Sara Jacob, da Clínica NeuroVoz, é referência no uso da placa palatina de memória, fazendo parte do programa de indicação da odontopediatra Dra. Patrícia Urquiza, especialista com reconhecimento internacional no conceito Castillo Morales. Essa parceria garante às famílias acesso a um tratamento de excelência, alinhado com as melhores práticas internacionais.

Perguntas & Respostas

A placa dói?
Não. Ela é confeccionada sob medida e proporciona apenas estímulos suaves.

Bebês também podem usar?
Sim. Já a partir do 3º ou 4º mês de vida, quando pode contribuir para melhorar a sucção, apoiar o aleitamento, favorecer o selamento labial e a postura da língua.

Quanto tempo a criança precisa usar?
Depende de cada caso. O tempo de uso é definido pelo fonoaudiólogo em conjunto com o odontopediatra.

A criança precisa usar o tempo todo?
Não. Normalmente é indicada para períodos específicos do dia, sempre de forma orientada.

A fala melhora só com a placa?
Não. A placa é uma ferramenta de estímulo. O progresso acontece com o acompanhamento fonoaudiológico associado ao uso da PPM.

Mais do que tratamento: prevenção e promoção de saúde

A placa palatina de memória pode ser indicada para qualquer bebê que apresente alterações na postura da língua ou dos lábios. Esses fatores aumentam as chances de desenvolver a respiração oral — um hábito que traz várias consequências para o desenvolvimento da criança.

Por isso, a PPM é considerada não apenas um recurso terapêutico, mas também uma estratégia de prevenção em saúde, ajudando a evitar complicações mais complexas ao longo da vida.

E aí, gostaram da nossa conversa? Beijinhos e até a próxima!

Sara Jacob

Sara Jacob

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