Em 4 de outubro de 2025, uma flotilha internacional que tentava chegar à Faixa de Gaza foi interceptada pelas Forças de Segurança de Israel. O grupo era liderado pela ativista sueca Greta Thunberg e acompanhada por militantes de diferentes países, incluindo o Brasil. Segundo os organizadores, a iniciativa tinha caráter humanitário e visava entregar suprimentos à população palestina.
No entanto, autoridades israelenses alegam que, ao revistar as embarcações, não encontraram mantimentos, apenas materiais pessoais dos ativistas. Vídeos divulgados pelo governo de Israel mostram a operação de interceptação, incluindo a abordagem aos barcos e a condução dos passageiros aos centros de detenção. Os ativistas afirmaram, nas redes sociais e à imprensa, que foram maltratados e chegaram a alegar sequestro. Israel, por sua vez, nega qualquer tipo de abuso e afirma que todos os envolvidos foram tratados conforme os protocolos legais, sem o uso de violência.
Segundo o governo israelense, a ação não teve caráter humanitário, mas sim político e midiático, com o objetivo de chamar atenção internacional e reforçar discursos ideológicos. Também foi relatado que substâncias ilegais teriam sido encontradas a bordo, embora essas informações ainda não tenham sido confirmadas de forma independente. As autoridades israelenses indicaram que os ativistas deverão ser deportados e poderão responder por possíveis infrações legais. O caso reacendeu o debate internacional sobre ativismo, ajuda humanitária e o conflito entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza.