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“Trinta Anos de Terror”: Maniaco do parque está irreconhecível

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“Trinta Anos de Terror”: Maniaco do parque está irreconhecível

Durante muitos anos, o nome de Francisco de Assis Pereira, o “Maníaco do Parque”, aterrorizou milhares de mulheres após uma série de crimes violentos envolvendo assassinatos, estupros e até necrofilia. Quase três décadas após os crimes, Francisco voltou aos holofotes da mídia após assumir uma imagem assustadoramente irreconhecível. Longe da imagem do patinador ágil e atlético dos anos 90, Francisco apresenta-se hoje com uma estética degradada: Vale destacar que esta transformação física surge em um momento crucial. Francisco aproxima-se do limite máximo de 30 anos de permanência na prisão (conforme a lei vigente à época de sua condenação). O que coloca sua soltura definitiva para o ano de 2028.

Durante o encontro na Penitenciária de Laras, no interior de São Paulo, Francisco de Assis Pereira utilizou um discurso pautado pela religiosidade para tentar desvincular sua imagem atual dos assassinatos cometidos.

“Aquele Francisco não existe mais” – Afirmou ele à psicóloga, alegando que uma conversão ocorrida em 1999 extinguiu seus impulsos violentos.

Ele sustenta que não sente mais remorso ou necessidade de pedir perdão às famílias das nove mulheres que assassinou. Tanto é que ele segue justificando de forma fria que: “Deus já me perdoou”

Entretanto, a narrativa de Francisco revela nuances perturbadoras. Ele admitiu que, na época dos crimes, retornava aos locais onde abandonava os corpos e que seus impulsos eram incontroláveis. Ao ser questionado sobre o motivo de suas vítimas serem exclusivamente mulheres, ele limitou-se a dizer que agia por atração. Aos sobreviventes e familiares das vítimas, ele enviou apenas uma mensagem curta, dogmática e clássica de quem se esconde atrás de uma suposta fé:

“A conversão é o único caminho”.

Qual é a situação atual do Maníaco do Parque no sistema prisional?

Atualmente, Francisco de Assis Pereira permanece custodiado na Penitenciária II de Iaras, unidade que abriga detentos em situações especiais ou que correm riscos em presídios comuns. Ele mantém uma rotina discreta, afastado da massa carcerária e focado em leituras religiosas. Essa contagem regressiva para 2028 coloca o sistema judiciário brasileiro sob pressão. Sem uma interdição civil ou um acompanhamento psiquiátrico compulsório pós-cárcere, o país poderá se deparar com a liberdade de um dos seus maiores serial killers sob a justificativa do cumprimento integral de uma pena que, para muitos, ignora a periculosidade clínica do indivíduo.

Redação Revista Nossa

Redação Revista Nossa

Com mais de duas décadas de tradição no mercado, a Revista Nossa é fruto do empreendedorismo de Moa Gonçalves, que também assina coluna social no jornal diário mais antigo de Jaraguá do Sul, O Correio do Povo. Sempre ligado à imprensa, tem no currículo a edição do semanário “Jaraguá News” e do tele programa de variedades “Programa do Moa”. A revista, no entanto, é seu investimento mais sólido, apostando em um nicho de mercado até então pouco explorado na região

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