O governo de Donald Trump estuda reincluir o ministro Alexandre de Moraes, do STF, na Lei Magnitsky, mecanismo que pune autoridades estrangeiras acusadas de violações aos direitos humanos e à liberdade de expressão. A movimentação é liderada por Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado e crítico ferrenho da atuação do magistrado brasileiro.
O ponto central de tensão reside no histórico embate entre Moraes e as Big Techs, especialmente a plataforma X. Para Washington, as teses jurídicas do ministro sobre a regulação de redes sociais e o combate ao "populismo digital" representam uma ameaça direta aos valores americanos de livre circulação de ideias. O cenário se intensifica com a visita programada de Beattie ao ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão, na próxima semana.