A jornalista Flávia Morena Bacelar, de 31 anos, morreu na última quinta-feira (12), em Teresina (PI), após oito dias de internação. Segundo informações da família, ela foi diagnosticada com um câncer agressivo e já em estágio avançado, que evoluiu para falência múltipla de órgãos e insuficiência cardíaca.
Flávia procurou atendimento médico no dia 4 de fevereiro, após sentir fortes dores na coluna. A suspeita inicial era de hérnia, mas exames realizados ainda no hospital identificaram nódulos no fígado. De acordo com o irmão, o músico Luís Paulo Cochá, os médicos explicaram que, após estabilizar o quadro infeccioso e outras complicações, seria iniciado tratamento com quimioterapia.
Nos primeiros dias, ela permaneceu em apartamento hospitalar, porém houve piora no estado de saúde, sendo transferida para a UTI no domingo (8). Na segunda-feira (9), precisou ser intubada. O quadro clínico seguiu se agravando ao longo da semana, até o falecimento, no início da noite de quinta-feira. A origem exata do câncer ainda não foi identificada.
Formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) em 2017, Flávia construiu trajetória profissional em Teresina como repórter e assessora de comunicação. Nos últimos anos, atuava na agência digital Global Monster.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Piauí divulgou nota de pesar, e colegas e amigos prestaram homenagens nas redes sociais. O velório ocorreu no bairro Piçarra, e o sepultamento foi realizado no Cemitério São José, na Zona Norte da capital. A missa de sétimo dia será celebrada na próxima quinta-feira (19), às 18h30, na Catedral Nossa Senhora das Dores, no Centro de Teresina.