Acostumado a uma rotina de luxo, viagens e reuniões de alto nível, o banqueiro Daniel Vorcaro vive agora uma realidade bem diferente. Ele passou o primeiro fim de semana sob custódia no sistema penitenciário federal, em Brasília, onde a rotina é marcada por cela individual de concreto, horários rígidos e circulação bastante limitada.
Segundo comentários que circulam nos bastidores, a rede de proteção que teria sustentado sua ascensão já não mostra a mesma força. O cenário mudou rápido: o banco entrou em colapso, aliados desapareceram e até a vida pessoal sofreu abalos.
A influenciadora Martha Graeff, que era apontada como companheira e confidente, teria encerrado o relacionamento logo após a primeira prisão, ainda em novembro.
Diante desse novo capítulo, analistas e observadores políticos comentam que restam poucas cartas na mesa. Nos corredores do poder, há quem diga que o caminho mais provável seria colaborar com investigações, reorganizar a vida e tentar preservar parte da fortuna que ainda restaria.
Porque, como costuma acontecer nesses enredos, quando o poder some, o silêncio também começa a ficar caro.