Apenas cerca de 30% das empresas familiares sobrevivem à segunda geração: planejamento sucessório e diversificação de risco protegem legado de empresários
Em regiões com forte tradição industrial e comercial, como o Norte de Santa Catarina, essa realidade acende um alerta para a necessidade de profissionalização não apenas da operação da empresa, mas da gestão do patrimônio pessoal dos fundadores