ATENÇÃO: Agência climática prevê 90% de chance de El Niño muito forte
No boletim de 9 de julho, a agência calculava em 81% a probabilidade de um El Niño muito forte no terceiro trimestre deste ano
No boletim de 9 de julho, a agência calculava em 81% a probabilidade de um El Niño muito forte no terceiro trimestre deste ano
O corredor envolve principalmente áreas do Sul do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai
Os estados mais afetados devem ser Rio Grande do Sul e Santa Catarina, enquanto o Paraná terá menor incidência de instabilidades
A combinação de ventos intensos e solo encharcado aumenta o risco de queda de árvores sobre a rede, rompimento de cabos e danos à infraestrutura elétrica. Por isso, a Celesc orienta a população a redobrar os cuidados durante períodos de instabilidade
A combinação de ventos intensos e solo encharcado aumenta o risco de queda de árvores sobre a rede, rompimento de cabos e danos à infraestrutura elétrica. Por isso, a Celesc orienta a população a redobrar os cuidados durante períodos de instabilidade
Na quinta-feira (13), as instabilidades devem se intensificar, com possibilidade de temporais em todas as regiões de Santa Catarina, acompanhados de raios, rajadas de vento e eventual queda de granizo
Como a pressão é mais baixa e a diferença de temperatura é mais intensa nos casos de formação de ciclone bomba, as tempestades se formam na divisa entre as duas massas
Contudo, ainda na quinta-feira, no período da tarde, os temporais voltar a atingir as áreas de divisa com o RS e avançar para as demais regiões do estado no decorrer da noite e madrugada da sexta-feira (07). O risco é baixo a moderado para ocorrências ligadas aos temporais
A previsão para o trimestre formado por agosto, setembro e outubro indica chuvas acima da média climatológica. Como consequência, aumenta também o risco de ocorrências associadas ao excesso de precipitação, como vendavais, enxurradas, alagamentos, inundações e deslizamentos
O plano também reserva R$ 337 milhões para fiscalização ambiental, prevenção e combate a incêndios florestais. Outros recursos serão aplicados no monitoramento dos rios, no atendimento do SUS e no auxílio a agricultores e comunidades vulneráveis