A roda econômica volta a girar no país e dá fôlego ao mercado

Por: Política - Por Deputado Carlos Chiodini
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Apesar de lenta, a roda econômica volta a girar no país e dá fôlego ao mercado

Será clichê dizer que “depois da tempestade vem a bonança"? Segundo a história, não! E, honestamente, é o que desejo do fundo do meu coração. Por isso, nesses momentos é sempre importante olhar para a história. Nos últimos 150 anos, o mundo sofreu 14 recessões e a causada pelo novo coronavírus deve ser a quarta pior. Pelo menos é o que prevê o Banco Mundial.

Segundo a instituição, a turbulência econômica em decorrência da pandemia de Covid-19 só seria superada pelas crises ocorridas no início da 1ª Guerra Mundial, em 1914, na Grande Depressão, em 1930-32, e após a desmobilização de tropas após a 2ª Guerra Mundial, em 1945-46.

Mas há expectativa de que vários países, incluindo o Brasil, entrem em um ritmo de crescimento econômico forte por longo período depois de superada a pandemia. Ciclos de alta do consumo e de investimento costumam suceder choques não-financeiros, como pandemias ou guerras. Há várias razões para a alta depois de choques não-financeiros. Uma é a volta ao patamar anterior à recessão. Outra é o avanço do padrão de consumo. As pessoas querem deixar para trás o período de escassez, em que muitas poupam por não ter como gastar.

Há ainda as mudanças no lado da oferta: novos modos de organização da produção. Atualmente, o trabalho remoto aumenta a produtividade em alguns setores. A automação também tende a crescer. Santa Catarina, por exemplo, registra expansão na produção industrial desde o início do ano. O destaque foi no segmento de máquinas e equipamentos, com crescimento de 32,5%. Um avanço significativamente maior que a média nacional.

O Estado ainda apresentou saldo de 62 mil novas empresas, com crescimento de 52%. Os dados reforçam a posição de Santa Catarina no 4º lugar do relatório da Doing Business Subnacional Brasil 2021, lançado pelo Banco Mundial, visto o melhor resultado em tempo e procedimentos para abertura de empreendimentos.
A confiança dos empreendedores no fortalecimento da economia é o que está alavancando essa retomada do mercado. Um exemplo disso é o início da operação de uma nova companhia aérea do país. Apesar da crise da aviação causada pela pandemia, o grupo Itapemirim, voltado ao transporte rodoviário, realizou seu voo inaugural no mês de junho.

A companhia iniciou as operações com dez aviões do modelo Airbus A320 e promete voar com menos assentos, bagagem grátis e refeições. Quem ganha, certamente é o consumidor. E a economia, é claro. Gera mais concorrência e, automaticamente, mais oportunidade. Outra influência direta na economia, é que a empresa já começa com 500 funcionários e mais mil devem ser contratados em agosto, para a segunda fase da malha inaugural. A maioria veio de empresas aéreas do mercado, que tiveram de cortar pessoal durante a pandemia. É a roda econômica voltando a girar e o mercado retomando o fôlego.

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