Uma dose de esperança!

Por: Política - Por Deputado Carlos Chiodini
Foto: Divulgação
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Nunca imaginei na minha vida esperar tão ansiosamente para receber uma vacina. Não que eu tivesse algum problema ou medo disso. Pelo contrário, sabia da importância desta. Por isso, na manhã do dia 11 de julho, quando chegou a minha vez, saí de casa como quem se prepara para um evento.

No caminho até a Unidade de Vacinação, de minha cidade, Jaraguá do Sul, foi inevitável pensar em quantas pessoas partiram durante essa espera. Quantas desejaram estar no meu lugar neste dia. Tomar esta dose. É que não é apenas mais uma vacina. Não é apenas mais um carimbo no meu cartão, é muito mais que isso, é esperança de dias melhores.

O Brasil já soma a marca trágica de mais de 550 mil vidas perdidas para a pandemia da Covid-19. Segundo o Ministério da Saúde, até o momento foram distribuídos a Estados e municípios 135 milhões de doses de vacinas. Deste total, foram aplicadas 38 milhões de pessoas foram completamente imunizadas.

O número de vacinados com ao menos uma dose equivale a 41,6% da população, conforme a projeção de habitantes para 2021 feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os que estão totalmente vacinados são 15,9%. As vacinas aplicadas no Brasil com duas doses são a CoronaVac, o imunizante de Oxford/AstraZeneca e o da Pfizer. Também está em uso a vacina da Janssen, que requer só uma dose.

Quem não se vacina não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas com quem tem contato, além de contribuir para aumentar a circulação de doenças. Quando um número suficiente de pessoas é vacinado contra uma doença infecciosa como Covid-19, a disseminação pode ser efetivamente interrompida, pois haverá poucas pessoas para infectar. Isso é conhecido como imunidade de rebanho.

As vacinas são testadas em longos e grandes ensaios clínicos que envolvem dezenas de milhares de pessoas e seus efeitos são monitorados mesmo depois de serem aprovadas. A forma completa como as vacinas são desenvolvidas significa que são muito mais seguras e têm menos efeitos colaterais do que a maioria dos medicamentos existentes.

Economistas consideram que imunizar a população contra a Covid-19 é um ponto-chave para a recuperação da atividade produtiva. Vacinar é o capítulo mais importante para que a economia volte a crescer de maneira robusta. A imunização é um processo demorado, que não vai acabar com todas as medidas de proteção impostas pela pandemia de um dia para o outro. Ainda assim, é considerada um ponto central para a retomada da economia no Brasil e no mundo.

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