Por onde anda Maria Tereza?

A diretora da ACREVI revela que o importante é transformar o trabalho em algo prazeroso

2 min para ler 17 abr, 18

Ela continua na ativa. Depois de ter atuado por 19 anos como professora em várias cidades de Santa Catarina e 13 anos como Secretária Executiva da Associação dos Municípios do Vale do Itapocu (Amvali), Maria Tereza de Amorim Nora, passou em 2006 a responder pela direção da Agência de Crédito – Acrevi. Por seu dinamismo como executiva da associação, se tornou conhecida em todo meio político e empresarial da região. Mesmo com todos os compromissos revela que gosta de cuidar da casa onde mora com o marido Leônidas Nora. Os três filhos, Juliano (advogado), Hugo (médico) e Leônidas Junior (administrador) estão casados e já lhe deram seis netos. “São a alegria da casa”, conta ela.

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“Eu estou me preparando para a velhice (risos), estou com 67 anos e pretendo trabalhar até os 70. Sou muito elétrica, preciso me acalmar e para isso cuido da casa. Adoro cozinhar, lavo roupa, faço pilates, faço bordado e crochê. Sempre digo que se eu fosse diarista seria ótima (risos)”. Mas, é claro, o casal Nora adora viajar e faz isso nos feriados prolongados para conhecer lugares do Brasil. Já nas férias o destino preferido é a Europa, especialmente a Itália e Portugal.

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“Sou uma pessoa elétrica e pretendo trabalhar até os 70 anos”.

Natural de Imbituba/SC, cursou a Faculdade de Ciências na Furb em Blumenau, onde conheceu o marido, e em 1972 começou a carreira profissional como professora em Florianópolis. Após residir em Joinville, Videira e São Bento do Sul, em 1986 a família mudou-se para Jaraguá do Sul, onde Leônidas Nora veio para ocupar a função de Coordenador Regional do Sesi. Ela também se formou em Direito pela Furb no início dos anos 90 e começou a trabalhar no setor de tributação da prefeitura de Jaraguá do Sul. Em seguida, em 1993, ingressou na Amvali, por convite do então presidente, o prefeito de Schroeder, Hilmar Hertel.

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Maria Tereza destaca as realizações do período em que esteve no cargo. “Uma de nossas lutas na época foi construir uma sede própria, um espaço adequado para atender as prefeituras. Essa conquista se deu em fevereiro de 2000. Naquela época começamos a fazer o acompanhamento do Movimento Econômico dos Municípios, o Planejamento Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social da Região. Começamos a formar os conselhos (atuais colegiados), implantamos diversos programas que existem até hoje. Dentre outras realizações, criamos também a Escola de Governo”, relata.

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Sempre versátil, é integrante da Casa da Amizade e foi presidente da Apae de Jaraguá do Sul por cinco anos, período em que criou a Noite Portuguesa. Também foi uma das organizadoras da Festa das Etnias, da qual sente saudade e defende o resgate. “Lamento que deixaram essas festas desaparecer. Deveriam voltar”. Pra encerrar, ela destaca alguns princípios que sempre adotou em sua vida: “São ensinamentos que vem de berço, aprendi com meu pai: sempre fazer bem feito, para fazer só uma vez; procurar não errar para não ter que pedir perdão e não deixar de tentar por medo de não dar certo”.