O mundo que dança

Dançar é para vida toda

2 min para ler 29 maio, 17

As danças de salão vêm crescendo em Jaraguá do Sul. A Dançar A2 Escola de Dança há cinco anos vem desenvolvendo espetáculos, bailes e estudos de pura dedicação às danças a dois. Dançar é para a vida toda, é muito mais que uma pesquisa, é a opinião e reflexão dos que praticam esta arte. Nossos primeiros convidados são os amigos e alunos, Eugenio Busnardo e Roseméri S. Busnardo.

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– Você em uma frase?
Eugenio: Sou uma pessoa otimista, que acredita sempre podermos aprender e encontrar algo de bom em tudo que vivemos.
Rose: Me vejo como uma pessoa reservada, determinada e muito apegada à família.

– Por que começou a dançar?
Eugenio: Especificamente sobre dança de salão, o motivo foi querer aprender a dançar novos ritmos. Minha esposa e eu gostamos de dançar a dois e quando assistíamos na TV um programa de dança ficávamos falando que seria bom fazermos dança de salão.
Rose: Lembro que também tínhamos como objetivo conhecer novas pessoas e fazer novas amizades

– Quais as mudanças ocorridas com a dança?
Eugenio: Mudanças sutis ou radicais, temporárias ou permanentes ocorrem de maneira diferente para cada pessoa que começa algo novo. A dança de salão confirmou que, por mais difícil que inicialmente possa parecer, sempre podemos aprender novas coisas e superar desafios, sabendo que eles existirão a cada aula. Dançar é um momento em que você “se desliga do mundo” e diminui o estresse, lhe ajudando no seu dia a dia.
Rose: Haja vista que fizemos aulas juntos, a dança tem nos ajudado a fortalecer o nosso relacionamento.

– Gênero de dança que simboliza a cultura brasileira?
Eugenio e Rose: É o samba, pois em qualquer lugar no mundo as pessoas quando perguntadas sobre o Brasil, lembram rapidamente de duas coisas: samba e futebol.

– A sua primeira música dançando?
Eugenio e Rose: O primeiro ritmo foi o forró, e a primeira música talvez tenha sido “Pisa na Fulô”.

– Danças a dois em cinco palavras?
Eugenio: Desafio, superação, movimento, alegria e paixão.
Rose: Descontração, superação, liberdade de expressão, sensualidade e desafio.

– O que lhes move a dançar hoje?
Eugenio e Rose: São os mesmos motivos de quando nós começamos a dançar, somando-se agora o fato de encontrar os novos amigos que fizemos com a dança.

– As danças a dois como agentes de transformação social, educacional e cultural?
Eugenio e Rose: Dançar é uma forma de se expressar que pode e deve envolver toda e qualquer pessoa. Cada região, cada país pode expressar pela dança um pouco do que possui e desenvolveu ao longo de sua existência. Pela dança pode-se buscar uma integração entre elas, fortalecendo suas histórias, valores, hábitos, em suma, sua cultura.

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Omar Forte
Professor de Educação Física
Especialista em Gerontologia /Mestrando Ciência do Movimento Humano, Professor de Dança e
Dançarino da Escola Dançar A2, Personal Trainer Grupos Especiais

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