L-PRF: a técnica que vem revolucionando e melhorando as cirurgias dentárias

Técnica garante cicatrização rápida e risco zero de rejeição por utilizar material do próprio paciente

1 min para ler 15 out, 17
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L-PRF é o nome da técnica francesa que vem revolucionando a medicina quando o assunto é a regeneração de tecidos do corpo humano e risco zero de rejeição e a odontologia se apropriou desse conhecimento para otimizar todos os casos cirúrgicos que chegam ao consultório. Dr. Hilquias Gomes é cirurgião dentista especializado em Implantodontia, atende em Jaraguá do Sul na Clínica LeVie, e faz uso desta técnica há quatro anos.

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Ele explica melhor: no consultório, o dentista coleta uma quantidade de sangue do paciente e, a partir de um processo de centrifugação específico, obtém-se um composto denominado Fibrina Rica em Plaquetas e Leucócitos (L-PRF). O material é comumente usado em casos de implantes, quando é necessário preencher espaços entre o implante e o álveolo, substituindo a necessidade de outros materiais e acelerando o processo de cicatrização. Cabe destacar que a aplicabilidade da técnica também vale para casos de extrações associadas a implantes, como uma alternativa ao enxerto dentário.

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A técnica pode ser aplicada em casos de aumento de tecido gengival e também adicionada a qualquer tipo de material de enxerto ósseo sem o risco de rejeição, por utilizar exclusivamente material do próprio paciente. Hilquias salienta ainda que o processo leva em torno de 15 minutos. “Além das vantagens já listadas, em muitos casos é possível eliminar a necessidade de uma segunda cirurgia somente adotando esse processo”, frisa o dentista, que reitera: não há contraindicações. O L-PRF foi desenvolvido pelo professor francês, Joseph Choukroun em 2001, mas somente cinco anos depois passou a ser utilizado em todo o mundo. No Brasil, cresce o número de profissionais que utilizam o método, o que, nas palavras de Hilquias, é muito bem vindo. “Temos um ganho muito grande não só de tempo, mas de qualidade do tecido construído, seja ele ósseo ou gengival”, encerra.