Inovação como diferencial para competitividade

Incentivo, projeções e muito trabalho para melhorar o futuro

1 min para ler 14 nov, 16

A pesquisa elaborada pelo Fórum Econômico Mundial, divulgada no fim de setembro, mostra que Brasil caiu seis posições no ranking das economias mais competitivas do mundo, despencando da 75ª, em 2015, para a 81ª colocação em 2016. As causas para a queda são várias, desde o ambiente econômico desfavorável com queda no Produto Interno Bruto (PIB), o agravamento da crise, ou mesmo o declínio de produtividade. Contudo, um dos fatores mais determinantes para o resultado foi a avaliação da capacidade de inovação, classificada como de baixo grau.

Em Santa Catarina temos uma realidade mais favorável. O Governo do Estado tem apostado na inovação como diferencial, incentivando desde alunos e professores em projetos de pesquisa, como empreendedores que precisam manter a alavancar seus negócios, mantendo o equilíbrio econômico de nosso Estado.

Recentemente o governador Raimundo Colombo, com a presença do ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Gilberto Kassab, assinou o repasse de R$ 15 milhões para inovação. Os recursos foram destinados ao programa Sinapse da Inovação, já consolidado como um dos melhores modelos de estímulo às boas ideias no país, ao programa de pesquisa para o Sistema Único de Saúde (SUS) e para universidades catarinenses. Além disso, foram lançados o novo edital do programa Primeiros Projetos e o acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial.

Incentivar a inovação é essencial para dinamizar a economia e estes programas, assim como os 13 Centros de Inovação que estão sendo construídos no Estado, continuarão sendo o diferencial de Santa Catarina em relação aos demais. Estamos trabalhando com o propósito de ter uma história de ainda mais sucesso, com planejamento estratégico e desenvolvimento econômico de qualidade.