Em busca do título do campeonato

Fernando Raboch estreia na categoria B de automobilismo com o objetivo de conquistar o topo do pódio

2 min para ler 13 abr, 17

Dias após iniciar temporada na categoria B de automobilismo, Fernando Raboch é só expectiva. O bom desempenho nas pistas e a rápida ascensão dentro das categorias faz com que sonhe alto e o piloto almeja a conquista do campeonato neste ano. “Sei que ainda tenho muito a melhorar, mas estou satisfeito com a minha performance e espero evoluir cada vez mais”, explica.

Apesar de a briga dentro das pistas ainda ser recente, tendo iniciado em 2013, Fernando se diz “louco por tudo que ande e tenha motor” desde os 11 anos. Foi nessa idade também que começou a dirigir, contrariando todas as regras e quase levando o pai à loucura.

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Dali em diante o sonho de Fernando era acelerar e de certa forma o pai contribui para isso, montando tempos depois um Jeep para fazer trilhas e levando o garoto junto para curtir essa aventura, e essa época que até hoje está marcada como a melhor de sua infância. O piloto ainda fez incursões no kart e teve a fase da moto de trilha, mas logo viu que o negócio era o volante mesmo. Desde os 16 anos seu sonho passou a ser automobilismo. “Hoje me arrependo de não ter começado mais cedo, , reconhece. Ainda hoje os pais não aprovam muito sua decisão, mas o pai sempre vibra quando consegue um bom resultado.

Fernando reconhece que acidentes acontecem e comenta que já capotou duas vezes durante provas, mas os danos foram somente materiais. Ele explica ainda que existe uma série de itens indispensáveis a serem checados antes de entrar no carro e o primeiro passo para garantir resultados competitivos é buscar uma equipe competente para assessorá-lo. . Hoje Fernando conta com vários patrocinadores, que custeiam 70% do valor de cada prova, e ressalta que sem eles se tornaria complicado competir, pois é um esporte muito caro e, se você quer andar entre os primeiros, precisa investir em um bom equipamento, assessoria nas pistas , sem falar na segurança.

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Fora o custo por prova, que gira em torno dos R$ 9 mil, o carro passa por uma série de modificações para aliviar o peso e ganhar velocidade. Além disso, precisa atender as normas do regulamento, com uma estrutura interna com tubos (uma espécie de cápsula) para proteger o piloto de eventuais acidentes, tanque de combustível especial, sistema anti incêndio e substituição dos vidros laterais e traseiros por acrílico para não haver estilhaços. Todas as exigências do regulamento com a obrigação de deixar o veículo com o peso máximo de 750 quilos sem o piloto.

Apesar de tudo isso, Fernando Raboch garante que compensa participar dos campeonatos. “Para mim é um sonho sendo realizado e levo a corrida muito a sério. Não gosto de brincar e não sigo aquele velho ditado de que o importante é participar”, diverte-se e completa: “a sensação de terminar uma prova super disputada em primeiro lugar não tem preço. Só quem já passou por isso pode descrever”. Ao longo da carreira nas pistas ele chegou ao topo do pódio várias vezes na categoria estreantes e no ano passado foi vice-campeão na categoria Novatos. Em 2017, porém ele aponta que o foco está totalmente voltado para o título da categoria B. “O Campeonato Catarinense de velocidade na terra é pouco valorizado, o que é uma pena pois todos são muito unidos, o público adora e lota os clubes. Falando a nível Brasil, nosso campeonato é o mais forte e os campeões brasileiros são todos de Santa Catarina.

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